"Apenas ignore, veneno só faz mal se você engolir"
Jô Soares

domingo, 25 de setembro de 2011

Só tem mulher quem pode!

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Vale a pena ler, principalmente para os namorados e maridos que se irritam facilmente, e não dão o devido valor a suas mulheres...

 "Tenho apenas um exemplar em casa, que mantenho com muito zelo e dedicação, mas na verdade acredito que é ela quem me mantém. Mulher vive de carinho. Dê-lhe em abundância. É coisa de homem sim, e se ela não receber de você vai pegar de outro. Beijos matinais e um 'eu te amo’ no café da manhã as mantém viçosas e perfumadas durante todo o dia. Flores também fazem parte de seu cardápio – mulher que não recebe flores, murcha rapidamente e adquire traços masculinos como rispidez e brutalidade. Respeite a natureza. Você não suporta TPM? Case-se com um homem. Mulheres menstruam, choram por nada, gostam de falar do próprio dia. Não faça sombra sobre ela. Se você quiser ser um grande homem tenha uma mulher ao seu lado, nunca atrás. Assim, quando ela brilhar, você vai pegar um bronzeado. Porém, se ela estiver atrás, você vai levar um pé-na-bunda. Aceite: mulheres também têm luz própria e não dependem de nós para brilhar. O homem sábio alimenta os potenciais da parceira e os utiliza para motivar os próprios. Ele sabe que, preservando e cultivando a mulher, ele estará salvando a si mesmo. É, meu amigo, se você acha que ter mulher custa caro demais, vire gay. Só tem mulher quem pode!" 
[Luiz Fernando Veríssimo]

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

MORANGO DIVINO


Ingredientes:

  •  1 lata de leite Moça
  •  1 col sopa de margarina sem sal
  •  2 caixinhas de creme de leite Nestlé  
  •  400g de morangos
  •  1 barra de chocolate ao leite Nestlé






Modo de fazer

Fazer um branquinho com o leite condensado e a margarina. Depois de pronto misturar com uma caixinha de creme de leite.
Colocar essa mistura no refratário que será servido o doce.
Após limpar, cortar e distribuir por cima os morangos.
Por último, derreta a barra de chocolate no microondas, misture com a outra caixinha de creme de leite e coloque por cima dos morangos.


Observações:

Pode dividir em potinhos individuais como na foto (eu prefiro).
Também pode ser feito com leite condensado e creme de leite LIGHT, fica bem bom, e beeeeeeeem menos calórico.

TORTA DE BANANA (Machry)


 Ingredientes:

·        1 lata de creme de leite (sem soro)
·        2 potes de Mumú
·        8 bananas grandes
·        4 claras
·        8 colheres de açúcar
·        2 pacotes de bolachas leite e mel da Nestlé
·        2 tabletes de margarina culinária
·        Canela em pó




Modo de fazer

Triturar as bolachas no liquidificador e juntar a margarina. Amassar bem e forrar as laterais e o fundo de uma forma  (fundo removível);
Colocar no forno por aproximadamente 10 minutos:
Após esfriar colocar um pote de Mumú e as bananas cortadas em pedaços de mais ou menos 2 cm;
Colocar o outro pote de Mumú sobre as bananas;
Fazer o merengue com as claras e o açúcar, juntar o creme de leite, colocar sobre o Mumú , borrifar a canela e gelar (freezer).

Observações:

É mais fácil triturar as bolachas com o rolo de amassar;
Sugiro fazer o merengue cozido.
Fazer “furinhos” com o garfo na mistura que vai ao forno.

Obs. Receita organizada pela "Mamita" Sofia


terça-feira, 20 de setembro de 2011

Somos todos iguais - Preconceito não!

As fotos da exposição "Somos todos iguais - preconceito não" estão maravilhosas.
A idéia de colocar artistas abraçados com pessoas soropositivas é excelente, principalmente para desmistificar idéias absurdas que levam muita gente a não se aproximar de quem tem o vírus.


segunda-feira, 19 de setembro de 2011

TEIMOSIA MENTAL


"Quando souber que alguém está te difamando, agourando, torcendo por seu fracasso, fique na sua. Não desperdice energia discutindo e teimando com os outros. Teime mentalmente, não acredite nos comentários alheios. Registre as críticas somente para que elas lhe sirvam de estímulo e parâmetro para sua melhoria.
Quando alguém disser que você é incompetente, despreparado, fracassado, não acredite, teime. Mas não teime com a pessoa, teime mentalmente. Feche seu subconsciente para tudo que seja negativo. Teime mentalmente e aja, realize, produza resultados, e estes resultados falarão por você tapando a boca daqueles que torcem contra seu sucesso."

 Parte do texto - CRÍTICAS, UM COMBUSTÍVEL PARA O SUCESSO.

Motivação ( motivo + ação)


Admito que não é nada fácil estar formada há quase 5 anos, fazendo concursos e nada..
Preciso me contentar com aprovações e resultados, apenas para mostrar que estou no caminho certo, mas que pela colocação alcançada ainda não me concederam uma nomeação..

Muitas vezes penso em desistir, mudar de profissão, talvez não tenha nascido para isso, é cansativo lidar com a frustração.

Acordar cedo todos os dias, por livre e espontânea vontade, ir para a biblioteca, passar horas estudando todos os dias, e não passar ou passar mal colocada...

Porém, sempre que me sinto assim tento buscar inspiração. 
Seja em pessoas, livros ou histórias, que são dezenas de vezes mais difíceis que a minha, e mesmo assim alcançam a vitória..



 
Essas histórias de superação que postei me ajudaram a parar de reclamar, e sentar a bunda na cadeira até dizer chega...


e bora aos estudos!

Histórias de superação - Parte III - Ministro Joaquim Barbosa

Um ex-torneiro mecânico pernambucano indicou um ex-faxineiro mineiro para ocupar uma vaga entre os Ministros do Supremo Tribunal Federal.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva escolheu o doutor da Universidade da Sorbonne e procurador do Ministério Público Federal Joaquim Benedito Barbosa Gomes, 48 anos, para ocupar uma vaga entre os Ministros do Supremo Tribunal Federal.
No dia 7 de maio de 2003, o abismo social brasileiro simbolicamente ficou um pouco menor. O jovem negro que cuidava da limpeza do Tribunal Regional Eleitoral de Brasília está prestes a chegar ao topo da carreira da Justiça após quatro décadas de vitórias contra desigualdades sociais e raciais.
A primeira foi em Paracatu, interior de Minas, onde nasceu numa família de sete irmãos, com a mãe dona-de-casa e o pai pedreiro e, mais tarde, dono de uma olaria.
Lá, percebeu que só o estudo poderia mudar a sua história.
Já aos 10 anos dividia o tempo entre o trabalho na microempresa da família e a escola. O saber era quase uma obsessão.
"Uma das piores lembranças da minha infância foi o ano em que fiquei longe da escola porque a diretora baixou uma norma cobrando mensalidade.
No ano seguinte, a exigência caiu e voltei à sala de aula. Estudar era a minha vida e conhecer o mundo o meu sonho. Adorava aprender outras línguas".
O domínio de línguas estrangeiras foi a engrenagem para mobilidade social de Joaquim Barbosa.
Aos 16 anos, deixou a família e a infância em Minas e foi atrás de emprego e educação em Brasília.
Dividia o tempo entre os bancos escolares e a faxina no TRE do Distrito Federal.
Um dia, o mineiro, na certeza da solidão, cantava uma canção em inglês enquanto limpava o banheiro do TRE. Naquele momento, um diretor do tribunal entrou e achou curioso uma pessoa da faxina ter fluência em outro idioma. A estranheza se transformou em admiração e, na prática, abriu caminho para outras funções.
Primeiro como contínuo e, mais tarde, como compositor de máquina off set da gráfica do Correio Brasiliense.
A conquista não sairia barato. "Lembro de uma chefe que me humilhava na frente dos companheiros de trabalho e questionava minha capacidade. No início, foi difícil, mas
acabei me estabilizando no emprego e mostrando o quanto era profissional. A renda aumentou, mas ainda era pouca para ele e a família lá em Minas".
Foi trabalhar também no Jornal de Brasília acumulando dois empregos e jornada de 12 horas.
Mais tarde, trocou os dois por um. Foi para Gráfica do Senado trabalhar das 23h às 6h da manhã. Depois do trabalho, a Universidade de Brasília. O único aluno negro do curso de direito da UnB tinha que brigar contra o sono e a intolerância. "Havia um professor que, ao me ver cochilando, me tirava da sala". Joaquim Barbosa continuava sonhando acordado. Prestou prova para oficial da chancelaria do Itamaraty e passou. Trocou o bem remunerado emprego do Senado por um, que pagava bem menos. Mas o novo trabalho tinha uma vantagem incalculável: poder viajar para a Europa.
Durante seis meses, conheceu países como Finlândia e Inglaterra. De volta ao Brasil, prestou concurso para carreira diplomática. Foi aprovado em todas as etapas e ficou na entrevista: a única na qual a cor de sua pele era identificada.
Após esse episódio, a consciência racial de Joaquim Barbosa, que começou a ser desenhada na adolescência, ganhou contornos mais fortes.
Ganhou novas cores, quando, já como jurista do Serpro, conheceu o país,especialmente o Nordeste e, em particular, Salvador. Bahia foi uma paixão a primeira vista do mineiro.
Foi lá onde Joaquim Barbosa teve um contato maior com o que ele chama de "Negritude".
A percepção de ser minoria entre as elites ficou ainda mais nítida fora do país. O jurista explica que o sentimento de isolamento e solidão é muito forte num "ambiente branco" da Europa.
Ser uma exceção aqui e no além mar ficou ainda mais forte após o doutorado na Universidade de Sorbonne.
Nessa época já acumulava títulos pouco comuns para maioria das pessoas com a mesma cor de pele: Procurador do Ministério Público e professor universitário.
Antes, já tinha passado pela assessoria jurídica do Ministério da Saúde.
O exercício de vencer barreira, de alguma forma, está em sua tese de doutorado, publicada em francês.
O doutor explica que o seu objeto de estudo foi o direito público em diferentes países, como os EUA e a França.
"A minha intenção foi ultrapassar limites geográficos, políticos e culturais. Quero um conhecimento que vá além da fronteiras dos países".
É autor das obras:
"La Cour Suprême dans le Système Politique Brésilien", publicada na França em 1994 pela Librairie Générale de Droit et de Jurisprudence (LGDJ),na coleção "Bibliothèque Constitutionnelle et de Science Politique";
"Ação Afirmativa & Princípio Constitucional da Igualdade. O Direito como Instrumento de Transformação Social. A Experiência dos EUA", publicado pela Editora Renovar, Rio de Janeiro, 2001; e de inúmeros artigos de doutrina.
Fez também estudos complementares de línguas estrangeiras no Brasil, na Inglaterra, nos Estados Unidos, na Áustria e na Alemanha
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FONTE:  
http://bloggerdospencer.blogspot.com/2009/04/ministro-joaquim-barbosa-veja-sua.html

Histórias de superação - Parte II - O motorista que virou Juiz

Reinaldo Moura de Souza não veio de família abastada, nunca estudou em universidade ou colégio caro nem se matriculou naqueles famosos cursinhos preparatórios para concurso na carreira jurídica. Ex-motorista do Tribunal de Justiça (TJ) de São Paulo - cargo que ocupou por seis anos e meio -, ele trilhou um caminho incomum até o cargo de juiz de Direito da maior e mais importante corte estadual do País. "É exemplo de alguém que venceu na vida", resume o desembargador Ruy Pereira Camilo.
Natural de Boquim (SE), a 80 quilômetros de Aracaju, Souza tinha 22 anos quando veio pela primeira vez a São Paulo. "Meu tio foi nos visitar como fazia todo ano e pediu autorização a meu pai para eu voltar dirigindo", lembra o agora juiz substituto de Ribeirão Preto, no interior.
A viagem deveria durar poucos dias. Mas, por sugestão de um compadre do tio, ele resolveu ficar por mais uma semana e prestar concurso para motorista do tribunal. Até então, Souza, que hoje tem 33 anos, nunca cogitara entrar para a magistratura. Caçula entre os três homens de uma família de seis irmãos, pretendia formar-se em agronomia para ajudar o pai, um pequeno produtor de laranjas. Chegou a prestar vestibular na Universidade Federal de Sergipe, mas não foi aprovado. Por um ano, trabalhou na lavoura e estudou nos horários de folga. Foi justamente nessa época que surgiu o passeio a São Paulo.

Já que havia decidido ficar na metrópole, ele achou por bem conseguir emprego fixo. "Já namorava há quatro anos e pensava em me casar, construir família." No mesmo dia em que prestou concurso para motorista do TJ, fez prova para a Companhia de Engenharia de Tráfego e para investigador da Polícia Civil. Aprovado pelo tribunal, voltou dias depois à cidade natal e pediu em noivado a garota que conhecera na 5ª série.

A convivência com juízes e o dia-a-dia dos tribunais o encantaram. Seis meses depois de entrar no TJ, estava decidido a estudar direito. Para conseguir sustentar a casa e pagar a mensalidade, teve de pedir bolsa à faculdade. Mas esse não era o único empecilho. Um dos pré-requisitos do concurso era ter experiência de três anos em atividades jurídicas. A solução foi prestar novo concurso, para oficial de Justiça. "Como motorista eu tinha muito tempo ocioso. Enquanto esperava um magistrado, aproveitava para estudar." Num só dia, conta, passava até quatro horas lendo. Só no último semestre da faculdade, foi convocado a assumir o posto de oficial de Justiça. No fim daquele ano, prestou concurso como treineiro. "Consegui boa pontuação, mas não o suficiente para chegar à segunda fase." No ano seguinte, sem dinheiro, tirou cópia do exame e fez o simulado em casa. "Percebi que estava no caminho certo porque a nota já era suficiente para ser aprovado." Em dezembro do ano passado, após acumular a experiência exigida, prestou o primeiro concurso "para valer".

Foram quatro fases eliminatórias, incluindo provas escrita e oral, além de entrevistas com desembargadores e exame psicológico. Souza obteve a 36ª posição, entre 86. "O que mais me chamou atenção nesse rapaz foi o português impecável", lembra o desembargador Camilo, que presidiu o 179º concurso para juiz do TJ.

A posse de Souza ocorreu em agosto de 2007, diante dos pais e de alguns irmãos, que vieram de Boquim especialmente para assistir à cerimônia. Agora, ele quer mais é trabalhar. Afinal, ainda restam 24 prestações da faculdade. Mas está satisfeito. "Realizei meu sonho", resume. 

Fonte: http://www.diariodeumjuiz.com/?p=768

Histórias de superação - Parte I - Morador de rua passa em concurso do BB


Ubirajara Gomes da Silva passou na 136ª posição, entre 171 classificados para Recife.
Ele carregava pasta com cópias de apostilas e provas e estudava em praças e bibliotecas.
Ubirajara diz que prestou cinco concursos em dois anos (Foto: Diário de Pernambuco) (Foto: Diário de Pernambuco)
Enquanto vivia de fazer bicos e pedir esmola, Ubirajara Gomes da Silva, de 27 anos, passou quase um ano carregando pelas ruas do Recife uma folha de papel dobrada com o comprovante de classificação no concurso do Banco do Brasil.

Neste mês, foi convocado para assumir o cargo de escriturário, cujo salário inicial é de R$ 942,90, mais gratificação de 25%.

Silva ficou na 136ª posição, entre 171 classificados para trabalhar no Recife. A aprovação no concurso não significa apenas um emprego para ele. Morador de rua há 12 anos, Silva finalmente vai realizar o desejo de ter um lar.
Nas últimas semanas, ele tem vivido dias de "celebridade" nas ruas da capital pernambucana e também no site de relacionamentos Orkut – quase 400 recados foram postados em seu perfil com saudações pela conquista e votos de boa sorte, principalmente de candidatos a concursos.

Mas como um morador de rua tem um perfil no Orkut? Silva diz que costuma usar computadores em bibliotecas públicas e lan-houses que cobram preços baixos pelo uso. “Eu escolho entre comer ou acessar a internet”, conta.

Foi pela rede mundial de computadores que ele leu o edital do concurso, conseguiu material de estudo e trocou informações com outros candidatos. E foi também pela internet, em setembro do ano passado, que ele ficou sabendo que havia sido classificado no concurso. A boa notícia veio três dias antes de ele completar 27 anos.

O concurso teve mais de 19 mil candidatos inscritos. A prova, realizada em agosto do ano passado, tinha 150 questões – ele acertou 116. Mas antes de tentar entrar no Banco do Brasil ele já havia prestado quatro concursos nos últimos dois anos – sempre para o cargo de auxiliar administrativo, de nível médio.

“As pessoas me diziam para prestar para cargos de nível fundamental, mas eu sabia que podia tentar para nível médio”, diz.

Silva sempre carregava uma pasta cheia de cópias de apostilas e provas anteriores e estudava em praças e bibliotecas.


Silva diz que fugiu da casa onde morava com a avó materna e quatro irmãos aos 15 anos. Ele estava na 6ª série, em 1995. Em 2001, decidiu voltar a estudar e recebeu diploma de ensino médio após ser aprovado no supletivo. Ele diz que passou a ler até três jornais diários de grande circulação por dia, além de livros sobre economia, um de seus assuntos preferidos.


Silva pensa em fazer universidade. Suas preferências são pelos cursos de ciências contábeis, economia e administração. “Esses cursos podem ajudar bastante o trabalho no banco”, diz.


Há até alguns dias atrás, Silva vivia na esquina da rua da Amizade com rua das Pernambucanas, no bairro das Graças, perto da região central de Recife. Agora, um amigo que ele conheceu pela internet ofereceu abrigo em sua casa até que ele consiga uma casa para morar.


Esse mesmo amigo, que também passou em um concurso público, mas ainda não foi chamado, pagou a parte de uma dívida de Silva para limpar o nome dele no Serviço de Proteção ao Crédito (SPC), uma das exigências especificadas nos editais do BB para que os candidatos possam assumir o cargo. A outra parte do empréstimo Silva parcelou em 60 vezes e pretende pagar com o salário que passará a receber.


De acordo com o Banco do Brasil, se Silva fizer todos os exames médicos necessários e providenciar toda documentação até a semana que vem, ele assumirá o cargo de escriturário no dia 7 de julho, no Centro de Operações do BB, localizado no bairro Recife Antigo. Silva afirma que fará cabelo e barba e irá vestido com a roupa nnova que ganhou de amigos.


FONTE:
http://g1.globo.com/Noticias/Concursos_Empregos/0,,MUL617037-9654,00-MORADOR+DE+RUA+PASSA+EM+CONCURSO+DO+BB+E+ASSUME+CARGO+EM+JULHO.html

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

PRESENTE PRECIOSO




Era uma vez um menino que ouviu um velho. E, assim, começou a descobrir o Presente Precioso. É um presente porque é uma dádiva. É precioso, porque aquele que recebe este presente é feliz para sempre.O menino? Tudo sabia de presentes, brinquedos que ganhava, mas sua alegria não durava muito tempo. O que é então o Presente Precioso?

O que me pode fazer feliz para sempre? E perguntou ao velho:- o presente é um anel mágico? Não. É um tapete voador? Não. É um tesouro escondido? Não, respondeu o velho.

- Você já conhece o Presente Precioso. Já sabe onde encontrá-lo. Já sabe como o presente pode fazê-lo feliz. E o conheceu melhor quando você era criança, apenas esqueceu.

- Mas, onde encontrar este presente precioso? O menino perguntou ao velho.

- Só você tem o Presente Precioso não é coisa que outra pessoa lhe dá. É um presente que você dá a si mesmo.

E o menino, já rapaz, foi procurar o presente precioso: nos livros, nos jornais, no espelho, nas outras pessoas, nas montanhas, nas flores.

Mas... Em vão. E foi novamente ficar ao lado do velho, pois se sentia feliz em sua companhia. E viu que isto acontecia porque o velho era feliz consigo mesmo. E o velho que estava muito velho, morreu.

E o homem ficou só em busca da felicidade e foi então que lembrou das palavras do velho.

O presente não tem a ver com os sonhos; quando tiver o presente você estará presente contente de estar onde está. Não é algo que alguém lhe dá e sim que você dá a si mesmo. E... Foi neste momento que o rapaz compreendeu tudo.

O presente Precioso era apenas isso: o Presente, não o passado, nem o futuro, mas, o Presente Precioso.E... Ficou feliz por momentos, Mas sua alegria evaporou. Franziu o rosto, abaixou as mãos e, novamente ficou infeliz.

- Por que não percebi o óbvio? Por não experimentei cada momento, cada lugar, cada situação, cada pessoa?

Sentiu-se culpado, infeliz, e percebeu que sua infelicidade estava no passado.

E voltou-se para o momento presente. Fui feliz...Mas...

E começou a se preocupar com o futuro.

- Amanhã poderei ficar feliz de viver o Presente Precioso? E riu de si mesmo, pois estava vivendo no futuro. Então pensou:- É bom para eu pensar sobre o passado e aprender com ele.

Mas, não é bom estar no passado, pois assim perco o meu eu. É bom pensar sobre o futuro e preparar-se para ele. Mas, não é bom estar no futuro, pois assim perco meu eu. E quando perco o meu eu, perco o que é mais precioso para mim. E isto é tão simples, mas sei que não é tão fácil.

APRENDER A ESTAR NO PRESENTE É UM PROCESSO QUE VOCÊ TEM DE VIVER MUITAS VEZES, ATÉ TORNAR-SE PARTE DELE.

Foi aí que o rapaz entendeu o velho:

- ele estava plenamente presente.

O homem podia escolher ser feliz agora, ou, tentar ser feliz quando...Ou se...Então escolheu o AGORA. E concordou em saborear os bons e maus momentos da vida como oportunidade de crescimento.

Algumas pessoas escolhem receber o Presente Precioso quando jovens, outros, na fase adulta, outros quando estão velhos e outros nunca o fazem.

E o homem sentiu-se feliz. Seria sempre quem ele era, onde estivesse. E refletiu: O presente é valioso.

Quando eu vejo o presente, aceito o presente, experimento o presente, estou feliz. A dor é a diferença entre o que é e o que eu quero que seja. Quando me sinto culpado por meu passado, ou ansioso pelo futuro desconhecido, não vivo o presente. Sinto dor e fico infeliz.Meu passado foi o presente. Meu futuro será o presente.

O momento presente é a única realidade que posso experimentar.

Enquanto eu permanecer no presente, serei feliz por toda a vida, pois a vida é sempre o presente. O presente é quem eu sou, como eu sou agora, e é precioso. Eu sou o Presente Precioso. E sorriu.Sabia que estava escutando a si mesmo. Era bom estar consigo mesmo.

E, finalmente, encontrara o Presente Precioso.

Várias décadas depois, era velho feliz, próspero, saudável.

E um dia, veio uma menina falar com ele. Começou a escutá-lo e entendeu porque o velho podia ser tão feliz.

Esta história é resumo do livro O Presente Precioso, do Dr. Spencer Jonhson, e objetiva a reflexão de todos aqueles que visam uma melhor qualidade de vida.

TUDO VAI PASSAR...

Era uma vez um rei que queria ter um reinado pleno.
Queria ser o melhor rei de todos os tempos e o mais sábio, queria que seu povo se beneficiasse de seu reinado e queria ser bem quisto por eles.
Um dia, se deu conta que para que tudo desse certo em sua vida, precisaria de equilíbrio... Percebeu que nos bons e nos maus momentos tudo que ele precisava, além de Deus, era do equilíbrio de sua mente e emoção. Com isso, ele seria o rei mais sábio e o melhor para si e para o seu povo.
Então, ele reuniu seus conselheiros e pediu para que eles fizessem uma frase para gravar em seu anel (aquele q os reis usam), para que ele nunca se esquecesse daquilo e pudesse encontrar o equilíbrio naquelas palavras.
O mais sábio de todos os conselheiros então sugeriu: "Tudo vai passar..."


E explicou: "Em seu reinado, tu cometerá erros, enfrentará o caos, verá tudo ao seu lado desmoronar e com essa frase, tu encontrará esperança para enfrentar tudo e superar todas as barreiras.
Além disso, em seu reinado, tu vencerá batalhas, guerras, ouvirá teu povo gritar teu nome e o aplaudirão de pé... Entretanto, com esta frase, tu te lembrarás de onde vieste, por todos os vales que já passou e tudo o que enfrentou, e saberás que nenhuma glória é eterna. Todas são bem vindas e merecidas, mas tu nunca esquecerás que tua vida tem altos e baixos, assim como teu reinado.
Logo, com esta frase, tu não perderás as esperanças nunca, e tb nunca sofrerás quedas altas demais que te farão desfalecer por dentro."
Ouvindo estas palavras, o rei mandou gravar em seu anel "Tudo vai passar...", e assim como previu o sábio, em seu reinado trouxe equilíbrio ao seu povo, perdeu batalhas mas ganhou muitas guerras e por muitos e muitos anos não existiu melhor rei do que ele.


Tudo que é terreno passará... Passarão as dores, passarão as lágrimas... Os sorrisos, os amores... E só o que é eterno ficará, trabalhe então pelo ETERNO, pois TUDO VAI PASSAR.